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Nossas WrestleManias inesquecíveis…

Neste domingo acontecerá a 35ª edição do maior evento esporte-entretenimento do mundo, o evento que reúne milhares e milhares de pessoas num estádio/arena e milhões de pessoas pelo mundo assistindo pela TV, sim, estou falando da WrestleMania.

Nestes 10 anos de Wrestlemaníacos, nossa equipe que contou com muitos colaboradores, ficou marcada por este evento, mas obviamente cada um tem sua WrestleMania favorita, aquela que por algum combate, por algum momento especial, deixou o evento marcado na sua alma. Resolvi pegar um pouquinho das palavras dessas pessoas e compartilhar com vocês. Vamos lá?

Rodrigo Rato:

A primeira Wrestlemania sempre é inesquecível. A geração que começou a assistir por volta de 2007-08 devido a transmissão dos shows no SBT certamente deve se lembrar com carinho da Wrestlemania 24. Quem viveu a época sabe os PPVs não eram exibidos no canal do Silvio Santos, forçando uma galera a utilizar de Streams da internet e sofrer com os lags inevitáveis, numa época pré-WWE Network.

Há duas lutas que posso destacar desse evento como as mais marcantes. A primeira é a luta que deu um ponto final na carreira de Ric Flair num clássico entre dois dos melhores wrestlers que já vi lutarem. Shawn Michaels foi a escolha perfeita para dar a Flair uma aposentadoria digna, e a frase “Desculpe-me, eu te amo”, dita antes do golpe que finalizaria a luta, nunca será esquecida.

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A outra é o Main Event. Undertaker e Edge fizeram uma das melhores rivalidades do século XXI, e com certeza a rivalidade que todo fã da época do SBT se lembra. Edge, o heel perfeito, e Undertaker, com sua aura incrível, finalizaram a rivalidade de uma forma épica, com muitas pessoas chegando a pensar que seria ali que a streak do Deadman acabaria.

Como comecei a assistir a WWE pela ECW, quando o show era exibido pela FX, fiquei particularmente desapontado quando vi que a luta pelo cinturão da então terceira brand da empresa durou apenas 11 segundos, com Chavo sofrendo um Squash por Kane. Mas tirando isso, foi talvez a melhor Wrestlemania dos últimos 12 anos.

Conrado:

A WrestleMania mais marcante em minha vida foi a WrestleMania 25. Foi nela que vi a melhor luta (até hoje), desde que acompanho Pro-Wrestling desde 2008. O embate entre Undertaker e Shawn Michaels foi algo memorável, que nunca havia visto na empresa. Um combate sério, onde realmente parecia que ambos estavam lutando por sua honra e orgulho. Cinco Sweet Chin Music, cinco Tombstone Piledriver e a cada contagem do juiz, eu pensava… Será agora. E não, a luta dava andamento sem se imaginar o que viria a seguir. Talvez essa Mania, essa luta em particular tenha me marcado, por ser um combate onde realmente, a ambientação da luta foi construída em cima da impossibilidade de saber quem iria vencer. O que adicionado com o talento inenarrável de ambos os Wrestlers, fez a match ser inesquecível.

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Gêra Lobo:

Bom, acho que a Wrestlemania mais especial pra mim foi a 24, em Orlando, que acho que foi a primeira que eu vi com consciência. O card era excelente, em termos de história, booking muito de todas, praticamente. JBL vs Finlay com toda a história até de “abuso” ao Hornswoggle. A Money In The Bank ladder match extremamente divertida com a vitória do Punk. Kane vencendo o Chavo em 10 segundos pelo ECW Championship.

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A triple threat entre Orton, Cena e Triple H, que teve uma storyline, build up e booking excelentes até a luta (mesmo ela sendo meio sem graça). A presença do Floyd Maywheater contra o Big Show, que foi divertidíssima. Mais uma luta história entre Taker e Edge. E a mais importante: o adeus do maior de todos: Ric Flair. Lembro de ficar extremamente triste com o Sweet Chin Music e o “adeus” do HBK pro Flair. Enfim, foi algo lindo demais todo o evento. Fica gravado na minha memória até hoje. A minha favorita e a que eu assisti vidrado na frente do computador.

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Italo Santana:

WrestleMania 24. Lembro que em 2008, estava ancioso para ver o evento, que seria “transmitido” no SBT, mas com a emisora deixando de passar WWE, fiquei triste. Anos depois, graças a WWE Network, consegui ver o evento em completo e em HD. Desde a primeira luta até a última gostei bastante deste show. O que me chamou mais atenção durante todo o show foi a pyro. Muitas entradas de lutadores teve pyro, eu gostei bastante disso. Minha luta favorita de toda á noite, é com certeza Shawn Michaels vs Ric Flair. Dois dos meus lutadores favoritos, que tiveram uma grande luta no meio do show. Gostei bastante da Money In The Bank Ladder match, de Randy Orton vs Triple H vs John Cena pelo WWE Championship e de Edge vs Undertaker pelo World Heavyweight Championship. Um grande espetáculo, que merece ser revido por todos!

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Rodrigo Ninho:

Mesmo não sendo a melhor em questão de combates, nem a melhor no quesito arena mais linda, a minha WrestleMania mais marcante foi a 30 por eu ter acompanhado semanalmente a trajetória de Daniel Bryan para se tornar o WWE World Heavyweight Champion. Como fã, foi incrível para mim o ver superar todos os obstáculos que foram colocados em seu caminho na Road To WrestleMania para então vencer Triple H na abertura do Pay-Per-View e receber a oportunidade de lutar contra Randy Orton, atual campeão, e Batista.

No momento em que Daniel Bryan venceu e realizou seu sonho de se tornar o campeão máximo da WWE no Main Event do maior evento de Wrestling mundial, eu comemorei com as mãos para cima gritando Yes como se estivesse na arena. Também foi muito importante vê-lo comemorar com o pequeno Connor Michalek que era um grande fã seu.

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O hype que tive para essa WrestleMania foi tão grande que eu assisti ao RAW pós-WrestleMania com a mesma alegria que durante o Pay-Per-View da noite anterior e foi, para mim, um dos melhores RAW pós-WrestleMania de todos. Sendo assim, o dia 6 de abril de 2014 ficará marcado para sempre na minha memória, não apenas pelo evento, mas também pela conquista de Daniel Bryan servir como motivação de que não se deve desistir de seus sonhos por mais difíceis que eles possam ser.

HAPPY WRESTLEMANIA WEEK!

Tomás:

Apesar de ter começado a assistir WWE fanaticamente em 2011, foi a Wrestlemania 31 que mais me marcou, sendo que foi a primeira Wrestlemania onde eu e o meu irmão assistimos ao vivo. Lembro principalmente de Roman Reigns vs Brock Lesnar, onde meu irmão já tinha adormecido, mas eu fiquei coladaço no ecrã. E quando tocou a música do Rollins, lembro de ter gritado para acordar meu irmão e ele ver. Isso aí levou com que meu pai acordasse, e apanhei bonito. Mas eu nem liguei. Rollins fez o cash-in na Wrestlemania, e ninguém me podia tirar esse momento.

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João Aranha:

Nesses muitos anos assistindo luta livre das mais variadas formas, não há como negar que a semana da Wrestlemania traz a mim, como fã do esporte, uma sensação diferente. Acredito que seja a mesma de alguém que está prestes a ver seu time na final de um grande torneio ou daquela pessoa que acabou de descobrir que passou por uma etapa difícil da sua vida: uma sensação boa, de quem vai viver algo que vai colar na mente durante sua vida, a ponto de ser capaz de contar aos filhos, netos, sobrinhos, e a quem mais permitir (isso, se a memória permitir).

Por conta disto, é difícil falar sobre uma Wrestlemania inesquecível. A primeira que assisti por completo (por VHS) foi a XX, em 2004, onde Eddie Guerrero e Chris Benoit (sim, ele mesmo) venceram os títulos mundial da empresa no momento (Campeonato da WWE e Título Mundial dos Pesos Pesados), e se abraçaram no final, com a honestidade de quem sabe o caminho que o outro percorreu para chegar ali.

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Todavia, queria falar da última Wrestlemania que assisti e que foi inesquecível para mim: Wrestlemania XXIV, em 30 de março de 2008 – 11 anos atrás (tempo voa!), no Citrus Bowl, Flórida. E não foi porque essa foi a primeira ‘Mania que assisti ao vivo, pela internet, com um link arrumado, que funcionava, para jogar no Real Player e.… vou poupá-los de mais sofrimento. De nada.

Foi um evento que teve uma construção bastante simples, sem grandes alardes, mas que fluiu, na maioria de suas lutas, de maneira extremamente natural. Claro que nesses 11 anos que se passaram, muita coisa já mudou, incluindo a visão sobre a construção de rivalidades e lutas. Então, nem quero olhar com a lente desconstruidona de 2019 a luta feminina (que era para mostrar mais os atributos que as habilidades no ringue) ou uma luta sem desqualificações entre o multicampeão de Boxe Floyd Mayweather Jr. contra Big Show, que cumpre a cota de celebridades no entretenimento. Mas me atarei em três lutas que, vez em quando, me pego assistindo novamente – assim como o próprio evento como um todo.

A primeira foi a luta pela maleta do Money in the Bank. Não, simplesmente, por ter sido a primeira vitória de CM Punk – e o primeiro push aos eventos principais -, mas porque foi (ao meu ver, assim como tudo que está neste escrito) a primeira luta em que souberam colocar lutadores que poderiam tirar o máximo desta estipulação de combate. Não basta só ter high-flyers que façam movimentos aéreos aleatórios, mas precisa ter quem, mesmo não sendo deste estilo, saiba conduzir com qualidade. E Benjamin, Carlito, Jericho, Kennedy, Morrison, MVP e Punk foram a combinação perfeita para tal, para, em pouco mais de 15 minutos, estabelecerem um grande embate e, talvez, a melhor Money in the Bank da história até agora.

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O segundo grande combate foi entre Shawn Michaels e Ric Flair. E aí, vale até uma dica para os atuais lutadores de luta livre e aqueles que aspiram a este esporte: que não assistam, mas estudem esta luta como poucas, especialmente no desenvolvimento e interpretação de personagens. Michaels sempre teve como uma de suas grandes qualidades, a capacidade interpretativa dentro das rivalidades. E foi o oponente perfeito para Flair, que foi colocado ao limite em seus 59 anos de vida, e deu a ele uma “aposentadoria” mui digna. São 20 minutos da mais pura aula de Pro Wrestling. E um desfecho emocionante: “I’m sorry. I love you”.

O terceiro embate – e por um motivo muito pessoal – foi Edge vs. The Undertaker, pelo Título Mundial dos Pesos Pesados. Quando percebi que a rivalidade estava se engendrando para uma luta na ‘Mania, comecei a ficar bem ansioso (como fã mesmo), pois ali estavam os meus dois lutadores favoritos de todos os tempos, cara a cara, no que é considerado o maior palco da luta livre mundial. Vou torcer para quem? Não podia cair uma bomba (tudo storyline) e dar empate, sei lá? Mas, foi muito melhor sem bomba mesmo. Estava ali, em quase 25 minutos, uma das grandes lutas da história do World Heavyweight Championship, dando a The Undertaker, pela segunda vez, o título, e, na Wrestlemania, sua décima-sexta vitória sem derrotas.

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Não importa o quanto tempo você assista luta livre, se gosta mais ou menos, ou se conhece a rivalidade que está bombando na Federação de Luta Livre de Luxemburgo ou do Azerbaijão: é semana de ‘Mania. Chama os broders, junta na sala de casa ou faz aquela chamada marota pelo WhatsApp, Telegram ou Skype, liga a sua WWE Network e aproveita, crie momentos que o esporte proporciona e que serão uma das poucas coisas que poderão tirar de você, que é a paixão do Pro Wrestling em sua essência. “Welcome to Wrestlemania!”

Enzo Bacarin:

Minha WrestleMania mais marcante foi a WrestleMania 34, no ano passado, é claro, não poderia ser outra, pois eu estava lá. Tive a oportunidade de ver passando por mim a cerca de um metro de distância figuras como The Undertaker, Triple H, Kurt Angle, Ronda Rousey, além de vê-los performando. Mas tão importante e inesquecível quanto foi encontrar com os brasileiros Adrian Jaoude e Cezar Bononi e presenciar na plateia, de pertinho, a primeira brasileira a competir no Maior Palco de Todos. Foi emocionante. Desde ver Jaoude lutando (com Cezar no ringside) e dando apoio a eles como brasileiro, a conhecer wrestlers que sou muito fã, no Axxess, me fez muito feliz e faz da WrestleMania 34 a mais especial pra mim.

WWE WrestleMania 34 Taynara Conti

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