Wrestling Tales #1 – Seth Rollins (Parte 1)

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Olá, meu nome é Gabriel Goto e normalmente eu posto nas terça-feiras mais uma edição do Pra Ser Sincero, mas eu andei realmente muito ocupado correndo atrás de coisas realmente muito importantes (apesar de chatas) e acabei ficando sem ter tempo para bolar algo legal, então trago à vocês a primeira edição do Wrestling Tales!

Sinta-se em casa e clique em leia mais para conferir a primeiríssima edição do Wrestling Tales que estará sendo protagonizado pelo ex-WWE World Heavyweight Champion, Seth Rollins.

Primeiro, para você que não está familiarizado com tudo isso, o que faço aqui pode ser considerado como uma fanfic onde eu busco fazer uma releitura de determinada gimmick (personagem) em algo em que ela se encaixe, lembrem-se que tudo que é uma releitura é uma fanfic, então não pense que são apenas aquelas histórias do One Direction no Tumblr. E sei que por se tratar de algo longo o alcance pode ser mínimo, mas eu gosto de escrever e se uma pessoa só se interessar, eu ficarei muito grato por isso.

The Prelude of Shield

— Ficaremos ricos! Finalmente ricos! — exclamou um cara alto e dos cabelos louros bem curtos.

— Tenha calma, Henry, isso não é certeza — respondeu um segundo homem que estava sentado em um sofá (que compartilhava daquele ambiente junto a uma escrivaninha e os dois homens de preto.) Seu cabelo era negro como a noite, mas com uma única mecha loura, como o amanhecer após uma fria madrugada.

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— Não há porque de calma, Seth, você é o melhor ladrão de cofres que eu conheço — Henry fez uma pausa e ficou olhando pela janela daquele cubículo, quando finalmente quebrou o silêncio — não que eu conheça muitos, mas você é de fato muito bom. — finalizou com uma gargalhada.

— Tem razão, eu sou muito bom — Seth então compartilhou a gargalhada com o seu amigo — veja isso.

Seth pegou a sua bolsa que estava adormecida aos pés do sofá e de dentro dela tirou uma folha semi-amassada.

Henry pegou-a para analisar para logo em seguida esbugalhar os olhos e emitir pela boca um som que poderia ser decifrado como o de pura surpresa.

— Seth, esse plano… É genial! — disse Henry ainda boquiaberto.

— Eu sei, eu que fiz — ele respondeu com indiferença, mas também de um modo que inflava o seu próprio ego.

— Seguindo isso à risca não há como nada dar errado – complementou Henry com um ar malicioso em seus olhos — Finalmente ricos…

Seth e Henry marcaram o ocorrido para uma semana após aquela primeira reunião. Usaram desse curto período de tempo para arrumar os últimos preparativos para o assalto, como o que iriam usar para mascarar as suas presenças no local, itens para bloquear o sistema de alarme e mais coisas que não vem ao caso.

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Seth nunca demonstrava preocupação, não era a primeira vez que fazia isso, mas era de longe a mais importante e mais arriscada missão. Seth não se considerava com um fora da lei e sim como um justiceiro, um Robin Hood moderno e ele estava feliz com aquilo. Muito do dinheiro que ele tirava dos poderosos ele acabava doando e ficava apenas com o que fosse suficiente, pois assim ele ainda permanecia na escuridão.

Todavia, o dinheiro que ele estava próximo de conquistar era de um valor inimaginavelmente gigantesco. Por isso, quanto maior o prêmio maior será a cobiça. Essa é a nossa tão odiosa natureza humana.

Em semanas como essa Seth costumava isolar-se do mundo exterior, ter encontros consigo e decidir o que seria melhor para eles em uma situação como aquela. Seth nunca temeu nada, mas daquela vez algo soava pior do que ele poderia sonhar e ele não conseguia descobrir de onde aquele som vinha. Apesar de ser de dentro dele.

O dia tão esperado finalmente chegou e Henry logo cedo já estava na porta do apartamento minúsculo de Seth. Ambos não conseguiam conter a suas empolgações. Passaram o dia inteiro falando sobre o que fariam com o dinheiro, o que comprariam e é claro, para onde fugiriam.

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Ao cair do crepúsculo ambos já estavam prontos e não hesitaram em logo deixarem o velho, sujo e pequeno apartamento de Seth. Entraram no carro do Henry – um Mazda 626 cinza de 1996.

— Isso aqui tá fedendo, você deveria dar um jeito nesse carro — protestou Seth.

— Darei o jogando de um penhasco, amanhã — retrucou Henry com o seu olhar sempre malicioso.

Eles passaram o resto do percurso falando bobagens, distraindo-se do que estava por vir. Enganando a mente para que assim o medo e a ansiedade não os nocauteassem.

Chegaram próximos ao alvo, uma mansão, um castelo moderno. Estacionaram próximos ao local para que a fuga pudesse ser tranquila e favorável, mas não perto o suficiente para ser evidente.

A parte da infiltração era toda com Henry que em questão de segundos conseguia desativar todo o sistema de segurança por horas. E como era já o planejado, não havia ninguém guardando o tesouro. Eles já se sentiam ricos.

Continua…

Este foi o primeiro Wrestling Tales e a primeira parte da estória de Seth Rollins, espero que tenham gostado e não deixem de comentar fazendo críticas, dando sugestões ou simplesmente elogiando, isso ajudará em muito no progresso do quadro que eu tanto gosto de fazer. Se você chegou até aqui eu só tenho há agradecer.

Escrito por Gabriel Goto

18 anos, estudante de Letras, amante de Pro-Wrestling e outros bons meios de se contar uma história, escrevo o Pra Ser Sincero e o Wrestling Tales.

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